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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Kristen Stewart e Robert Pattinson roubam a cena no tapete vermelho de Cannes




O casal de vampiros mais famoso do cinema, Kristen Stewart e Robert Pattinson, passaram nesta quarta-feira (23) pelo tapete vermelho do Festival de Cannes. Eles chegaram separados para assistir à exibição de gala de “Na Estrada”, o filme do brasileiro Walter Salles, que participa da competição oficial.



Pattinson chegou meia hora antes do começo da projeção e passou rapidamente pelo tapete vermelho. Dez minutos antes do filme ser exibido, Kristen chegou acompanhada de Walter Salles em um carro azul dos anos 40, época em que se situa “Na Estrada”.

Kristen vestia um vestido preto e branco com um grande decote, e usava o cabelo solto. Enquanto isso, sua companheira de filme, Kirsten Dunst, estava com um vestido fúcsia simples e um cinto preto.

A atriz estava acompanhada de toda a equipe masculina do filme: Viggo Mortensen, Tom Sturridge Garrett Hedlund e Sam Reily. Também assistiram ao filme o ator escocês Ewan McGregor, membro do júri da seção oficial, a diretora franco-iraniana Marjane Satrapi e a atriz Milla Jovovich.

Por causa do casal de “Crepúsculo”, muitas pessoas se encontravam no tapete vermelho, mais que nos outros dias. Outro fator para a presença maciça foi o sol, que pela primeira vez saiu em Cannes durante o Festival.

AMC Network Adquire Direitos De On The Road

EXCLUSIVO: AMC Networks adquiriu os direitos de distribuição nos EUA de On The Road que sera lançado em conjunto pelas empresas de distribuição de filmes IFC Films e Sundance Select em algum momento deste outono.



Adaptação de Walter Salles vai estrear mundialmente no Festival de Cannes, que começara na próxima semana. AMC Networks, que é dona da IFC e Sundance Select, disse ter adquirido o título de On The Road em um contrato de sete números. Várias pessoas que viram o filme concordaram que o mesmo merece prêmios em questões de performances e fotografia, mas acrescentaram que a sua duração de duas horas e a narrativa nebulosa o tornaria um desafio para o público.

Mas On The Road vai surpreender com vários fãs: Antigos fãns da historia de Kerouac escrita em 1951 e publicada em 1957, estarão ansioso para ver a sua primeira adaptação para o cinema.

E um outro grupo de fãn nas bilheterias serão de devotos fervorosos de Twilight, que têm falado muito sobre o papel de Kristen Stewart desde que o projeto foi anunciado há quase dois anos. Outros atores do elenco incluem Garrett Hedlund como Dean Moriarty; Kirsten Dunst como Camille, Sam Riley, Amy Adams, Elisabeth Moss e Viggo Mortensen.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

PRODUTORES FALAM SOBRE A PRÉ-PRODUÇÃO DE “NA ESTRADA – ON THE ROAD”




Em entrevista ao site brasileiro G1, os produtores franceses de ‘Na Estrada – On the Road‘ compartilharam detalhes da produção do longa, desde a seleção do elenco até a estreia – que acontecerá amanhã – no Festival de Cannes. Leiam abaixo os trechos mais importantes dessa entrevista ou cliquem aqui para a conferir completa.

Dirigido pelo brasileiro Walter Salles, “Na estrada” estreia em Cannes nesta quarta-feira (23) na disputa pela Palma de Ouro. “Um livro lendário, gerações inteiras que são projetadas nos seus personagens: o erro era proibido“, declarou o produtor Natanael Karmitz (MK2), que abraçou o projeto depois de uma “dúzia de tentativas fracassadas“.

Segundo Karmitz, dois grandes obstáculos estavam no caminho de “Na estrada” para o cinema: contar “histórias de sexo, drogas, energia e encontros, sem nenhuma narrativa linear, o que é muito diferente das armas usadas pelos estúdios americanos” e filmar um “road-movie histórico” numa América modelada em torno de shoppings. (…)

Salles refez três vezes o caminho de “Na estrada”, de leste a oeste de Nova York até São Francisco, atravessando o México, para mergulhar em seu universo, conhecer os últimos protagonistas ainda vivos e aumentar seu interesse pela história do jazz. Foram “três anos de procura e pesquisas, que ele filmou como um documentário” antes de escrever o roteiro, conta Charles Gillibert, cúmplice de Natanael Karmitz na produção.

“Ele entrou no mundo do livro, sua imaginação, sua música, não fez mais nada além disso. No início de 2009 já tinha um roteiro sólido.” Uma aventura, não uma reconstituição. Ainda sobre a produção do roteiro, Karmitz acrescenta: “Parecia-nos impossível, mas acreditamos muito!“.

O projeto, assinado em Los Angeles em janeiro de 2010 e concluído em maio em Cannes com os coprodutores europeus, foi realizado com um orçamento de 25 milhões de euros e filmado durante o verão. Os atores foram escolhidos logo no início, mas “Garrett Hedlund recusou por dois anos“, enfatiza Gillibert. Enquanto isso, a carreira de Kristen Stewart (“Crepúsculo”) explodiu.

“Walter Salles trancou os atores em um loft em Montreal, em julho, uma espécie de acampamento para acostumá-los a viver juntos, para que esta energia fluísse naturalmente nas telas“, segundo Gillibert. As filmagens começaram em agosto com suas complicações, “a América dos anos 40 não existe mais, um terço dos lugares foram decididos durante as filmagens. Foi uma aventura, não uma reconstrução“.

Citações Do Elenco De SWATH Na Press Conference No Reino Unido

Confira abaixo as citações ditas por Kristen, Charlize Theron, Chris Hemsworth, Sam Claflin e o diretor Rupert Sanders durante a Press Conference de Snow White and The Huntsman no Reino Unido:




Kristen, o que havia no papel de Branca de Neve, um papel tão icônico, que a atraiu para o filme, em primeiro lugar?

Kristen: “Bem, eu sempre quis tentar encontrar algo onde eu poderia realmente me desafiar fisicamente, então eu realmente gostei disso. Você sabe que você já fez isso antes Charlize – mas nós realmente nos machucamos nesse trabalho, e eu gostei dessa oportunidade. Mas o que eu realmente amei sobre isso é que você vai ser alguém que você realmente gosta, e você pode totalmente sentar-se na platéia e ter um monte de satisfação em vê-la tão incrível. Mas ela não é um homem. Ela continua assim de alguma forma, estável. E não a estamos construído para ser fisicamente forte, e sim para ser mais esperta que alguém, mais rápida.”
Charlize: “Bem, você sabe que eu sou construída para ser forte.”
Kristen: “Sim, você é definitivamente maior.”
Charlize: “Quer dizer, eu sou um homem. Em saltos. Basicamente.”
Kristen: “Cale a boca! [risos] Quer dizer, eu odeio filmes de meninas poderosas quando as pessoas com quem você está torcem por elas não serem meninas . E eu acho que isso é o que realmente me atraiu.”

Chris, você é conhecido por sua ação – você saborou essa oportunidade, com os dentes realmente presos para esse papel?
Chris: “Er, tenho meu nariz apreensivo. Por Kristen, realmente. Esta é a primeira vez desde que nos conhecemos e eu preferiria que ela estivesse sentada no final da mesa e …”

Então Kristen, já que você tocou na assunto, Branca de Neve é uma guerreira, ela tem esse lado muito duro, mas ela realmente tem também esse lado vulnerável demais. Qual você gostou mais de interpretar e com qual você se identificou mais?
Kristen: É uma pergunta difícil porque, como ela disse [acena para Charlize] “Nada é tão simples”. Toda vez que Branca de Neve tem que fazer algo ativo, e não ficar paralisada pelo medo e transformar isso em uma coisa que realmente a mova para frente, eu acho que estou muito nessa. Eu disse que uma das coisas porque eu queria fazer o filme era para ver quão longe eu era capaz de me esforçar. A razão que eles contratam estes caras enormes e fortes para fazer esses filmes, é porque é muito difícil!”
Charlize: “Pare de falar sobre mim Kristen.”
Sam: “Essa foi a única razão por que eu consegui o emprego? [Muitos risos dos outros] Sinceramente, uma das primeiras coisas que me disseram foi “vá para a academia”.


* SPOILER * Há um monte de tensão sexual no filme, e há apenas dois beijos – um quando ela está praticamente morta, e um que era falso – essa ideia foi para deixar o público na borda de seus assentos, querendo mais?
Charlize: “Na verdade, nós todos nos beijamos. [Vira-se para Sam] Porque você já tinha me beijado quando você beijou ela [Kristen]. Então eu beijei Kristen através da sua boca”
Sam: “Foi o melhor dia da minha vida.”
Charlize: “Como eu fui Kristen?”
Kristen: “hmmmmm”.
Sam: “Tenha cuidado …”
Kristen: “Bem, eu não gosto de ser enganada então…”
Charlize: “Então eu sinto muito por isso”.

Chris, foi difícil para você manter um sotaque escocês ao longo do filme, considerando que você tem um nativo sotaque australiano?
Chris: “Sim, foi. Nós conversamos sobre alguns sons diferentes e coisas assim, o maior ponto era que eu não queria fazer um sotaque inglês ou meio atlântico, ou qualquer coisa muito perto de Thor. E com a vantagem de ser um mundo ficcional, que existia em algum lugar que nós desembarcamos, só havia o calor e a sensação de um sotaque escocês. E eu achei isso como uma fantasia, ocasialmente- Você o ajusta de várias maneiras e então você pensa “Ah, agora é este”. Tomou um pouco de vida própria. Eu amo a musicalidade dele – é um som muito terreno, este sotaque, e eu era um homem da floresta, era muito apropriado”.
Kristen: “E foi também transitório, e não era como o resto de nós. Ele não poderia soar como nós – e fez você querer saber de onde ele era e era como ‘oh, quem é esse cara? ”
Chris: “Ele era uma pessoa de fora, e diferente.”

Rupert, Por que Kristen foi a escolha perfeita para interpretar Branca de Neve?
Charlize: [Vira-se para Rupert] “Sim, por que ela era a sua Branca de Neve perfeita?
Rupert: “É uma questão muito pessoal! Eu olhei para um monte de atores, conhecidos e desconhecidos e, quando nós conhecemos Kristen, vimos que ela tinha um espírito muito rebelde, ela é um pouco como um cavalo selvagem. Ela é difícil de soltar. E eu gostei disso. Branca de Neve não poderia ser toda recatada e tranquila, ela precisava ser alguém dura – e Kristen é uma pessoa excepcional, e é isso que é perfeito para ela interpretar essa personagem. Ela tem uma loucura só dela que eu acho que era certo para a personagem. ”

Kristen, além de Charlize, qual era a coisa mais assustadora sobre interpretar Branca de Neve?
Kristen: “Montar um cavalo. Eu sei que é chato porque eu já disse isso mil vezes, mas a dinâmica entre cavalo e cavaleiro não é assim para mim. É dar uma cenoura, dar uma maçã a ele, e não colocar uma sela sobre ele, eu quero vê-lo correr pelo pasto – E eu vou correr com ele! Era tão definitivamente isso. Mas então eu acho que é legal ver pessoas realmente desconfortáveis ​​na tela. [Todos riem.]

Rupert, você cortou alguma coisa do filme que você se arrependeu de ter cortado?
Rupert: “Não.” [ Kristen e Chris levantam as sobrancelhas e olham um para o outro]
Kristen: “Ermm …..”
Rupert: Havia algumas cenas que eu gostava particularmente, mas não estamos fazendo uma coleção de cenas, estamos fazendo um filme. O quadro geral é o que você tem que olhar. Estavam lá e eu adorava as cenas com Kristen e Chris, e Charlize – na verdade, Sam você saiu ileso – e você tem que editar um pouco mais do que precisa, a história na sala de corte é como uma escultura. Você tem que seguir a cena e, em seguida, algumas coisas vão embora. Mas não havia qualquer coisa que eu tenha retirado que tenha me deixado chateado. ”
Charlize: “Eu realmente acho que isso é o sinal de um grande diretor. Muitos diretores podem ficar muito ligados a tudo, e eu acho que é um ótimo sinal quando você pode dar um passo atrás e apenas fazer um grande filme. Não ficar muito ligado a esses momentos minúsculos… ”
Kristen: “… Que significavam tanto, em um determinado momento” [Todos riem] “Não, estou brincando”

A Recriação Sexual De Kristen Stewart Em Cannes

O site Vulture.com publicou uma matéria falando sobre a performance de Kristen em On the road, que foi exibido hoje em Cannes, confira:





O que aconteceu com o casal de Twilight? Depois de finalmente consumarem o ato em Breaking Dawn Part 1, ambos Kristen Stewart e Robert Pattinson se tornaram insaciáveis na tela. Pattinson será visto mês que vem construindo seu caminho através de Bel Ami e o concorrente em Cannes Cosmopolis, enquanto no novo filme On the road (que estreiou no Croisette essa manhã, adaptado do clássico de Jack Kerouac), Stewart tira sua blusa tantas vezes que até Taylor Lautner ficaria impressionado.

Mulheres sem blusa não são novidade em Cannes, é claro, você pode encontrá-las na telona (Marion Cotillard e Jessica Chastain já se despiram em filmes exibidos em Cannes nos últimos dias) ou na praia, fora do Palais. Mesmo assim, é obviamente mais notável quando uma estrela como Stewart se atreve a despir-se em nome da arte. Na verdade, como uma jovem desinibida que se relaciona com o Neal Cassady de Garrett Hedlund, ambos ela e Hedlund ficam nus em suas primeiras cenas em On the road, e mais tarde Stewart participa de um sexo a três, e ainda se envolve com ambos Hedlund e Sam Riley enquanto os três estão nus em um carro em movimento. Ela é tão excitada e curiosa que quando outro casal pede licença para fazer sexo, uma Stewart intrometida os segue até a porta e pergunta “Posso assistir vocês dois transando?”

Bella Swan, ela não é – embora quando um repórter na conferência de imprensa notou a diferença entre a personagem de Stewart em On the Road, Marylou, e a Bella de Twilight, que não faz sexo antes do casamento, Stewart o lembrou que Bella “quer muito!”. Em relação às cenas para maiores de 18 anos, Stewart admitiu “Eu amo me esforçar e eu amo me assustar. Assistir a uma experiência sexual genuína na tela é muito mais interessante do que quando você vê a proteção escondendo as partes íntimas… Desde que você esteja sendo realmente sincero, não há nada do que se envergonhar.”

Certamente, não há de lamentável sobre a performance de Stewart aqui: ela restabelece a atriz promissora vista pela última vez em Into the wild e escondida por anos como a personagem principal de Twilight. Apesar de Stewart ter feito uma grande reviravolta como Joan Jett em The Runaways, ela ficou tanto tempo testando aquela performance na vida real antes do filme ser lançado – usando um cabelo preto repicado, tênis surrado e uma blusa do Minor Threat no tapete vermelho e na Comic-Con – que o público a deu pouco crédito por isso, acreditando que o personagem não estava muito distante da própria Stewart. Marylou é uma coisa completamente diferente: Stewart faz contato visual ao invés de abaixar a cabeça, e a mania de morder os lábios que a atriz herdou de Bella é inexistente. A Marylou de cabelos cor de mel de Stewart sabe o que quer e vai atrás disso, e Stewart tem a chance de mostrar um lado sensual e confiante de si mesma, dançando com abandono e seduzindo de propósito.

Para assistir Stewart ganhar vida em On the road, você tem que refletir: em que ponto nós paramos de permitir estrelas de cinema de serem sexy? Foi a primeira coisa a ser retirada com o sucesso dos filmes de super heróis de 200 milhões de dólares? Seu co-star em On the road Hedlund é um caso disso: dotado de seu carisma natural em um sucesso de bilheteria como Tron Legacy, Hedlund finalmente tem a oportunidade de causar uma forte impressão aqui, utilizando aquela voz forte e profunda como uma arma sensual e convidando homens e mulheres a observá-lo e, eventualmente, se juntar a ele na cama. (Há até uma cena onde um suado e atlético Hedlund penetra Steve Buscemi com força, o que é algo que ninguém espera ver hoje em dia, e mesmo assim aconteceu!) Os filmes de super heróis de hoje em dia ganham força quando os atores colocam suas fantasias, mas o filme sexual e aventureiro desse ano em Cannes está provando que às vezes os atores são mais destemidos quando se atrevem a tirar tudo.



terça-feira, 22 de maio de 2012

Como On The Road Chegou Finalmente Às Telas E Outras Histórias Sobre O Filme

O site TheHollywoodReporter publicou um artigo sobre toda a produção de On The Road e tudo o que foi desenvolvido para que o filme chegasse às telas de cinema. Confira:




On the Road começou a sua progressão conturbado para o cinema com uma oração sem resposta para Marlon Brando. “Caro Marlon”, escreveu o romancista Jack Kerouac, numa carta de 1957, “Estou rezando para que você compre On the Road e faça dele um filme. Não se preocupe com a estrutura;. Eu sei como compactar e reorganizar um pouco … ”

Brando nunca respondeu.

Cinquenta e um anos depois, no final de 2008, Walter Salles teve o sonho de fazer On The Road.

“Nós estávamos prestes a ser sinal verde quando o sistema financeiro americano implodiu”, disse o diretor. O financista francês Pathe queria reduzir drasticamente o orçamento em 35 milhões para a sua adaptação do romance de Kerouac.

A produtora Rebecca Yeldham, que supervisionou outro filme desse genero com Salles – Diários de Motocicleta – ficou arrasada quando soube da notícia. “O filme estava tão perto, e nós tivemos esse elenco bonito”, diz ela. “Nós estávamos fazendo tudo o que podia para reduzir custos e manter a visão de Walter, mas percebemos que não estávamos na mesma página [como Pathe]. Foi um momento muito difícil.”

“Foi uma questão de integridade”, insistiu o diretor. “Nós não poderíamos fazer o filme de qualquer jeito.”

Por sorte o diretor estava em Paris para discutir outros filmes em potenciais com Natanael Karmitz e Gillibert Charles da MK2 Productions quando perguntaram se ele tinha algum projeto em mente. “Bem, sim” disse ele. Karmitz e Gillibert responderam: “Entao vamos fazer!”


Palestras começaram, e exatamente dois anos atrás no Festival de Cannes, Salles conseguiu sua luz verde. Mas aquele “sim” não foi fácil. Precisou de muito esforço para reduzir o orçamento.

Então ele teve que convencer o elenco que ele tinha escolhido em 2007 para fazer parte do filme. Alguns atores mencionados para papéis masculinos ao longo dos anos incluem Matthew McConaughey, Russell Crowe, Jake Gyllenhaal, James Franco e Josh Hartnett.

Para o papel de companheiro Sal e Dean, Marylou, Salles havia encontrado a pouco conhecida atriz Kristen Stewart através de Alejandro Gonzalez .

‘Não precisa mais procurar’, disse o diretor de Babel à Salles “‘Eu vi a primeira cena de Into the Wild, percebi esta menina de 16 anos que você vai se apaixonar “. Mas uma vez que ela se tornou uma estrela da franquia Crepúsculo, foi preciso




muito esforço necessária para acomodar sua agenda. Era fundamental que as filmagens terminassem antes de Outubro de 2010, quando iniciasse as filmagens de Breaking Dawn – Partes 1 e 2. Para alívio de Salles, Stewart ficou comprometida com o papel para o qual ela recebeu cerca de um centésimo de seu salário de US $ 20 milhões para Breaking Dawn – Part 2.

“Há algo de assustador e imprevisível sobre Marylou”, explica ela sobre sua atração pela personagem.

Quando estréiar On The Road no mês de maio em Cannes, o público vai ver se o filme merece todos esses anos de esforço. Eles também vão ver se Stewart, de 22 anos, tem fôlego para criar uma carreira após Crepúsculo. E eles vão ver se Salles, de 56 anos, pode repetir o sucesso de seu triunfo mais recente Cannes, Diários de Motocicleta.

Warner Bros foi o primeiro estúdio a tentar produzir On the Road, oferecendo US $ 110.000.

Segundo Coppola, o livro passou por mais de oito adaptações por escritores eminentes como Michael Herr (Full Metal Jacket), Gifford Barry (Lost Highway) e Russell Banks (O Doce Amanhã). “Eu nunca soube como fazer o filme”, disse Coppola em 2008. Ele brincou com a idéia de filmar On The Road sozinho em preto e branco.

Finalmente, após o lançamento de Diários de Motocicleta, Salles foi convidado a casa de Coppola em Napa Valley, na Califórnia, para discutir o projeto. Foi extraordinário para um homem que tinha começado a sua carreira fazendo documentários sobre cineastas como Federico Fellini e Akira Kurosawa a encontrar-se numa intensa conversa sobre On The Road com Coppola durante o jantar.

Salles foi atingido pelo “brilho total da mente de Coppola, sua capacidade de cortar e ir diretamente para os pontos que importavam”.

“Ele compreendeu imediatamente que fazer a pesquisa sobre On the Road era necessário para entender a complexidade da prosa – e o clima sociopolítico que a história se encontrava.” diz Salles.

Logo, o cineasta, que primeiro leu o romance aos 18 anos, embarcou em uma viagem de sua autoria. Ele dirigiu “milhares de quilômetros, durante meses e meses”, caçando as localidades Kerouac e conhecendo figuras da vida real do qual os personagens do livro foram baseados. Entre eles estavam Carolyn Cassady (esposa de Neal Cassady Carolyn Cassady (esposa de Neal Cassady, a inspiração para Moriarty) e Al Hinkle (o modelo para o amigo Sal, Ed Dunkel). Salles também filmou cenas com Johnny Depp, Gore Vidal e Wim Wenders, os quais serão exibidos em seu documentário, ainda a ser finalizado.

Às vezes, Salles foi acompanhado pelo roteirista de Diario de Motocicleta, Jose Rivera, que tinha a difícil tarefa de comprimir o conto sinuoso de Kerouac em um script gerenciável. Rivera passou seis meses lendo antes de abordar o roteiro, escrito cerca de 20 projectos. “A principal diferença entre os scripts que eu escrevi e os escritos antes foi que eu baseei meu roteiro não inteiramente sobre o livro publicado, mas no rolo completo, diz ele, se referindo ao famoso manuscrito original de Kerouac digitado em um rolo de 120 metros de papel (ele digitava 100 palavras por minuto e não queria ter tempo para mudar de folhas).

O inicio do manuscrito dizia: “Eu conheci Neal não muito tempo depois de meu pai morrer.” O livro, renomeando um personagem central, começa assim: “Eu o conheci Dean não muito tempo depois que minha esposa e eu nos separamos.” O rolo fazia referência ao pai de Sal, disse Rivera, “isso nos ajudou a perceber que este era, em parte, a busca de um pai espiritual para Jack e de um pai real para Neal.”

Isso deu ao roteiro uma estrutura que faltava para o livro , embora Riviera tenha pedido a inclusão de elementos que Coppola havia descartado – como o romance do Sal com uma mulher migrante mexicana, Terry (Alice Braga).

Uma sessão de 80 dias em todo o Canadá, México, Argentina, Louisiana, Arizona e San Francisco começou em Montreal no dia 04 de agosto de 2010, com o funeral do pai do Sal. Tudo deu errado e pensei: ‘Talvez não esteja destinado a ser’”, diz o produtor Yeldham.

Então, gloriosamente tudo mudou. “Algum dos melhores momentos do filme foram aqueles em que as coisas deram errado”, reflete Riley. Aconteceu durante uma cena filmada no México, “onde eu dirigir o carro e o motor explodiu. Isso está no filme.”

A fama de Stewart também representou um cuidado especial. “Onde quer que Kristen vá, todos vão atras dela” disse Yeldham. Suas cenas de topless com Riley foram filmados num local ajustado para evitar paparazzi e fãs.

A pressão de fazer as cenas atingiu Riley mas não Stewart. “Eu estava tão chocado com a possibilidade de fazer isso”, diz ela. “Eu não sinto nua.”

Para Hedlund, um dos mais difíceis momentos foi quando Salles voou com a equipe para Argentina para capturar uma nevasca real, e ele teve que colocar a cabeça para fora da janela para poder dirigir. “Estava congelando, e eu não podia ver uma coisa”, diz o ator.

Adiciona Stewart: “Nós nunca parou de fotografar Eles poderiam ter feito um filme de 20 horas.”.

A versão final tem um pouco mais de duas horas. Na redução de duração, Salles teve que perder várias cenas queridinhas, incluindo cenas com o migrante Terry.

Hedlund lembra o quão triste ele estava por ir embora um pouco antes da festa de encerramento para a estréia de Tron. Lembrando seus momentos finais, ele cita seu personagem amado Marcel Proust e suas tristes despedidas “trocados sob uma lâmpada desconhecida.”





segunda-feira, 21 de maio de 2012

Kristen Stewart revela porque se machuca tanto nos sets: “gosto de papéis que me desafiem fisicamente”




Já percebemos que Kristen Stewart não é uma atriz como as outras.Recentemente, ela contou ao The Guardian que é bastante “intensa” no que faz, e agora, Kristen revelou que gosta de personagens que sejam física e mentalmente fortes, como a Branca de Neve, de A Branca de Neve e o Caçador, que tem “personalidade e é boa de briga”.

Alguém mais está pensando “por que será que ela se machuca tanto?!”?

“Eu odeio filmes que alimentam essa coisa de meninas poderosas, pois você acaba torcendo contra essas garotas. Isso é o que me atraiu nesse filme. Eu gosto de papéis que me desafiem fisicamente”, disse Stewart ao Bang News, “Eu realmente gosto de ter a oportunidade de me machucar no trabalho, era o que mais gostava em Branca de Neve… Ela tem personalidade e é boa de briga, mas ela não é um cara”.

Kristen fez questão de se esforçar ao máximo para este filme, tanto é que em uma cena de uma briga dela e de Chris Hemsworth, ela acabou dando um soco de verdade no ator, que além de ter machucado sua mão, deixou Hemsworth com o olho roxo e o nariz inchado!

“Nada é tão simples. Cada vez a Branca de Neve tem que fazer algo e não sair prejudicada por seu medo, eu me vejo nessa”, continuou ela, “Uma das coisas que eu queria fazer era ver o quanto poderia me esforçar. A razão pela qual eles contratam esses enormes caras musculosos para trabalhar nestes filmes é porque é difícil”.

Podem até ser, Kristen. Mas você mostrou que é durona a nocautear um deles.

Matérias sobre Branca de Neve e o Caçador em jornal cearense




O caderno de entretenimento Zoeira, do jornal cearense Diário do Nordeste trouxe matérias sobre Branca de Neve e o Caçador em suas edições de domingo (20/05) e segunda (21/05). Confiram as transcrições abaixo.

Tapete Vermelho: Kristen Stewart e Charlize Theron deram o que falar na première inglesa de “Branca de Neve e o Caçador”. As duas estrelas investiram em looks ousados e transparentes.

As estrelas do filme ”Branca de Neve e o Caçador” surpreenderam o público em pré-estreia realizada no Cinema Empire, em Leicester Square, em Londres. Tanto Kristen, de 22 anos, como Charlize, 36, exibiram trajes pretos repletos de transparências pelo corpo. O evento contou com a presença do bonitão Chris Hemsworth, 28, ator que está nos cinemas também como o herói Thor, de “Os Vingadores”. Mais discreto, o rapaz, que já não precisa de muitos artifícios para ficar bonito, optou por um terno básico e calça social. O toque despojado ficou por conta da ausência da gravata.

O longa
Inspirado no clássico conto de fadas, assim como a comédia “Espelho, Espelho Meu”, que estreou em abril,  ”Branca de Neve e o Caçador” aposta nas cenas de ação.


A história até se repete: a malvada madrasta inveja a beleza da jovem heroína. O diferencial da nova adaptação é a pegada mais adulta e violenta.

Nesta nova abordagem da célebre história dos irmãos Grimm, que destaca os tons mais obscuros da trama e aponta para a moda da fantasia épica e medieval, Charlize Theron desenvolve a complexidade da rainha Ravenna, obcecada pela beleza da juventude eterna.

“Esta história foi escrita no século XVIII e ainda hoje ressoa para muitas mulheres essa tirania da beleza. É algo que, em particular nas mulheres, deve parar. Ravenna é uma vítima de toda essa pressão. Ela fere a si mesma praticamente a cada dia”, explicou a atriz na première.

Do diretor Rupert Sanders,  ”Branca de Neve e o Caçador” tem estreia mundial prevista para 30 de maio.



Branca de Neve – mais uma versão: Segundo filme sobre o conto da Branca de Neve chega às telonas nacionais no início de junho.

Hollywood abusa das sequências e refilmagens para movimentar o mercado atual, com o objetivo de reconquistar o público mais antigo e, claro, levar novas gerações ao cinema.

Após o pouco expressivo “Espelho, Espelho Meu”, estrelado por Julia Roberts, outro filme baseado no conto infantil  ”Branca de Neve e os Sete Anões” chegará às telonas nacionais em 1º de junho.

“Branca de Neve e o Caçador” é a versão da Universal Pictures, que aproveitou as críticas positivas de seu concorrente anterior para investir na divulgação em massa da película, que desenvolverá uma trama mais voltada para a ação que para a comédia. O Caçador do título será interpretado por Chris Hemsworth, que também está nos cinemas na pele do herói Thor, em “Os Vingadores”, enquanto Branca de Neve será vivida por Kristen Stewart, a Bella da saga “Crepúsculo”.

Na trama, o caçador que inicialmente foi mandado para a floresta com o intuito de acabar com a vida de Branca de Neve torna-se seu protetor e mentor em uma missão para derrotar a sia maléfica madrasta Ravenna, interpretada por Charlize Theron.

O diretor é o estreante Rupert Sanders, enquanto o roteiro ficou a cargo de Evan Daugherty, Hossein Amini e Evan Spiliotopoulos.

Destaques
Kristen Stewart é o destaque do filme. Ela deve assumir uma nova franquia (existem planos de fazer novas aventuras) após a saga vampiresca elaborada por Stephenie Meyer. Em entrevista, Stewart admitiu que viu muitas semelhanças entre Branca de Neve e sua personagem Bella.

“As duas parecem ser matriarcas. Mulheres que querem cuidar de sua família acima de tudo. Não vejo Branca de Neve como aquela personagem do desenho animado, que está presa na cabeça de todos. (…) Eu nem sabia o que esperar quando estava lendo o roteiro. Foi a mesma coisa com ‘Crepúsculo’. Eu nunca tinha ouvido nenhuma história de vampiro”, disse a atriz.

A nova versão do conto de fadas vai mostrar uma Branca de Neve muito mais guerreira do que o normal. “Eu não tenho o porto físico de um alutadora, mas me identifico muito com o espírito e a compaixão dela”, diz.

Lembra que Branca de Neve não é capaz de odiar, mas ela precisa encontrar forças dentro de si para lutar. “Este filme abriu meus olhos. Nós não precisamos odiar o nosso rival para conseguir lutar contra ele. Ela é a última esperança e possui algum tipo de conexão espiritual com os outros”, comenta.

ENTREVISTA COMPLETA E TRADUZIDA DE KRISTEN PARA A REVISTA FRANCESA ‘M’




Na última vez que vimos os três, dois garotos e uma garota estavam na varanda de uma casa de fazenda. Eles entraram no Hudson ano 47 e desapareceram sob as árvores da avenida. Era setembro de 2010, em Nova Orleans, as filmagens de Na Estrada já duravam 3 meses. Eles eram os mesmos, viajando do México a São Francisco, pelo Canadá.

Um ano e meio depois, Garrett Hedlund, Sam Riley e Kristen Stewart se encontravam sob as duras luzes de Los Angeles. Este é o primeiro encontro do trio em meses, mas parece que as filmagens acabaram de começar. Eles escaparam do estúdio, onde posaram para o fotógrafo Steven Pan, para ir fumar na calçada. A cumplicidade física entre eles está intacta, a mesma que os manteve conectados no banco do Hudson pelas estradas americanas. O jeito de falar no filme não era aquele em que os atores ensaiam constantemente com técnicos de mídia. Nas suas histórias, seus pensamentos, ecoam a experiência compartilhada que os moldou.

Sob o auspício de São Jack Kerouac, editado por Walter Salles, eles tinham outra ideia no mundo do cinema. Em 23 de maio, eles estarão em Cannes para a estreia mundial de Na Estrada, dirigido por Walter Salles, baseado no livro de Jack Kerouac, o trabalho fundador da geração beat. O diretor brasileiro assumiu em 2004 o texto inspirado por viagens pelos Estados Unidos no final da década de 40, publicado em 1957. Levou oito anos para completar o filme com segurança, sem renunciar a nada, especialmente aos três atores que ele havia escolhido, apesar de que, durante este tempo, um deles se tornou uma estrela.

Por décadas Hollywood imaginou quais seriam os rostos de Dean Moriarty, Sal Paradise e Marylou, o trio na estrada, que Kerouac modelou na natureza. Moriarty é Neal Cassady, o garoto que passou “um terço de sua juventude num reformatório, um terço em mesas de bilhar e um terço em livrarias públicas”, como Walter Salles gosta de lembrar. Paradise é o próprio Kerouac, o imigrante de Quebec, filho de um trabalhador de Massachusetts. E Marylou é LuAnne Henderson, a garota que fugiu de casa por amor a Cassady, e à liberdade.

Seis anos atrás, Walter primeiro escolheu Garrett Hedlund para o papel de Neal. O ator tinha 20 anos, recém chegado da fazenda em Minnesota. Um pouco depois, no jantar, o compositor Gustavo Santaolalla falou com o diretor sobre uma jovem atriz que ele notou em um filme de Sean Penn para o qual compôs a trilha sonora, “Na Natureza Selvagem”, Kristen Stewart – “eu me lembro de ter escrito o nome dela em um pedaço de papel”, diz Walter Salles – se tornou Marylou. Finalmente, depois de ver “Controle” em Cannes, em 2007, o inglês Sam Riley foi convidado para fazer um teste com Hedlund. A química entre os garotos era tão óbvia que apesar da diferença de tamanho (Riley é alto e magro, Kerouac era baixo e atarracado) e de sotaque, o inglês conseguiu o papel de Sal Paradise. Em parte porque os atores não eram muito conhecidos, o projeto foi adiado várias vezes, até o início de 2010.

Depois de deixar o set de Na Estrada, Kristen Stewart continuou a trabalhar – depois de “Crepúsculo”, em “Branca de Neve e o Caçador”. Enquanto isso, os dois garotos ficaram um ano sem fazer nada. Sam Riley, que mora em Berlim, disse que conversava com Garrett Hedlund por Skype. “Achou alguma coisa? Não? Nem eu,” Finalmente, os dois concordaram em fazer papéis coadjuvantes sob a direção de diretores renomados, Neil Jordan para Riley, os irmãos Coen para Hedlund. Depois de ficarem por tanto tempo na pele dos personagens de Kerouac, não foi fácil voltar a este século. Kristen Stewart não teve chance, ela precisava atender ao chamado dos vampiros. Entre o tempo em que, louca de alegria, ela aceitou o papel de Marylou e começou a filmar, ela se tornou Bella, a heroína da série “Crepúsculo”, a namorada do vampiro interpretado por Robert Pattinson, que também é sua companhia na vida real.

Miraculosamente, em Janeiro de 2010, quando Walter Salles encontrou na produtora francesa MK2 os fundos e o apoio que não havia encontrado em outros lugares, o calendário de filmagens provou ser compatível com a agenda da atriz. Isso era prioridade, com o status de estrela da atriz confirmada pelos fãs e pela mídia, e a vontade de Walter Salles em filmar Na Estrada como uma experiência nômade, o mais próximo possível das divagações de Kerouac. Kristen Stewart jogou bem durante as filmagens, o time às vezes brincava de esconde-esconde com a imprensa e os fãs, sempre no rastro da atriz. Na Argentina (onde a equipe filmou na neve de Agosto), para sair do aeroporto, tiveram que fazer um vácuo de limusines para despistar os paparazzi. Parte da filmagem foi mudada do México pro Arizona depois de ameaças de sequestro. Mas no set, nada de agentes, imprensa, assistentes, este mundinho que fica ao redor em Hollywood. “Não sei como ela consegue ficar sã”, pergunta Sam Riley.

Os três jovens atores fizeram um acampamento (aulas, no jargão militar) que Walter Salles organizou algumas semanas antes de começar a filmar em Montreal. Em um apartamento grande, eles assistiram filmes de John Cassavetes, conheceram os autores da geração beat, ouviram jazz do fim da década de 40. Kristen descobriu gravações raras de LuAnne Henderson. De todos os protagonistas de Na Estrada, LuAnne é a única que não se beneficiou com a experiência: “Era a vida dele, três anos com o homem que ela amava. Era isso, nenhuma chance de ficar famosa. E Deus sabe que o tempo era oportuno.” Kristen Stewart se enche de vida, como fez no set de Nova Orleans, quando se lembra de ler On The Road pela primeira vez, aos 14 ou 15 anos. Ela, que está prestes a juntar a promoção dos três filmes, tenta provar que nem sempre existe esse sentimento. “Sempre dizemos que o set de filmagem é como uma família, mas nem sempre é verdade. Desta vez”, ela insiste, “eu não ia embora do set, queria ir com eles até o fim. Mas por anos eu me preparei para a ideia de terminar a série Crepúsculo.” Ela é forçada a esta grande mudança, trabalhou continuamente por quase um ano e agora hesita sobre que rumo tomar. “O desejo de trabalhar coça, mas não vi nada que me provoque, que me coloque em movimento. É assim com filmes como Na Estrada, o nível de demanda sobe.”

Você também precisa encarar as expectativas dos fãs de Kerouac, Americanos que se perguntam porque um brasileiro deu o papel de Sal Paradise a um inglês, amantes do cinema que sabem que Francis Ford Copolla (que comprou os direitos para o livro no fim dos anos 60 e é co-produtor do filme) ou Gus Van Sant poderiam ter feito o filme. Em uma livraria em Sunset Boulevard, um vendedor reconheceu Sam Riley e disse a ele “Você vai estará em Na Estrada? Espero que seja bom.” Dos três, o ator britânico é o mais preocupado. Questão de temperamento, sem dúvida. Ele se pergunta se vai culpar o sotaque (uma mistura de New England e Quebec), no qual ele trabalhou por meses. Ele se lembra de uma história durante o “acampamento”. “Um escritor que conheceu Kerouac chegou na sala onde eu estava com o Garrett. Nós nos cumprimentamos e ele olhou por cima do meu ombro, imaginando onde estava o cara que ia interpretar Kerouac.” Seis meses depois, em São Francisco, na noite do último dia de filmagem, Sam Riley encontrou Carolyn Cassady, viúva de Neal, agora com 90 anos (no filme, este papel é interpretado por Kirsten Dunst). “Ela acariciou meu rosto e olhou pra mim. Não posso repetir o que ela me disse, mas olhando pra trás, acho que as pessoas que me contrataram não foram completamente enganadas.” Enquanto isso, Sam Riley / Sal Paradise tinha colhido algodão no Arizona no calor de quase 50 graus na sombra, dançado em casebres em Puebla (em um tempo de violência no México) e passou um domingo inteiro na neve em Calgary, Canadá. “Eu lembro que vieram me acordar com uma mudança rápida de planos. Eu pensei que era meu dia de folga, mas fui com eles. Lá estavam Walter, Eric Gautier (diretor de fotografia) e Garrett estava encarregado do figurino e da maquiagem. Essa mudança de planos, inimaginável no set de um filme em Hollywood, produziu imagens admiráveis de Sal Paradise andando nas montanhas, esperando parar um carro ou caminhão. “Em três horas, filmamos 20 tomadas”, lembra Sam Riley, ” e entre essas, minha favorita.”

Em Nova Orleans, ele também improvisou com Viggo Mortensen, que fez o papel de Old Bull Lee, inspirado no personagem de William Burroughs, inventor literário, viciado em heroína, assassino de sua mulher. “Eu sabia que Viggo era um homem inteligente, aculturado, poeta. Eu passei a noite inteira na Wikipedia porque tinha medo dele perguntar, ‘Então, Sal, o que você acha de Übermensch?”, enquanto eu nunca tinha lido Nietzsche.” Esses improvisos são o coração do filme que Walter Salles queria.

Enquanto o trio estava viajando pelas estradas do Arizona a 45 graus na sombra, o roteiro pedia um caroneiro. Walter Salles embarcou no talento do cantor Jake La Botz. Ele estava assobiando um triste lamento de um homem que matou a mulher que amava, sem avisar a Kristen Stewart. “A reação de Marylou quando ela ouviu essa canção pela primeira vez era significativa”, explicou Walter Salles. “Ela ficou no filme, para anunciar a inevitável ruptura entre Maryloy e Dean Moriarty.” A figura de Dean Moriarty, o ideal masculino de Jack Kerouac, o objeto de desejo das mulheres no filme, era de Garrett Hedlund há muito tempo. Walter Salles conheceu dúzias de atores, nenhum como ele: “Garrett tinha uma emergência, uma vitalidade, mas também a dor relacionada à busca pelo pai. Quando ele fez o teste, tinha chego de Minnesota. Ele recitou o diálogo que foi dado a ele, e aí me perguntou se ele podia ler algo. No ônibus, ele escreveu um texto sobre sua jornada. A interpretação dele dessa busca, de sua própria vida, me conquistou.” Quando adolescente, Garrett Hedlund tinha lido que Francis Ford Coppola estava preparando uma adaptação de On The Road, e disse que o papel de sua vida tinha escapado a ele. Quando, aos 20 anos, Dean Moriarty cruzou seu caminhou, ele não queria mais sair, independente das vicissitudes do projeto. “Toda vez que ofereciam um papel a ele”, lembra Walter, “ele perguntava se podia fazê-lo sem comprometer Na Estrada”. Ao recusar ofertas, para o desespero de seu agente, Garrett Hedlund continua a ser uma esperança de Hollywood, embora ele pudesse ter virado uma estrela há muito tempo. Antes da certeza do sucesso deste projeto, ele acompanhou Walter Salles em sua pesquisa, aprendendo a dirigir o Hudson, encontrando sobreviventes da geração beat, como o poeta Michael McClure. “Na época, eu não podia dizer que eu ia fazer o papel de Dean Moriarty. Segurei minha língua, passando por companhia do Walter.”

“Isso é uma alma pura”, ele disse a Sam Riley. Hedlund mora em um pequeno apartamento em Silver Lake, perto de Beverly Hills. “Eu prefiro acordar pobre de manhã”, ele disse. “Eu não quero ter que trabalhar pra pagar por um apartamento”. Em 2009, quando a crise financeira descarrilhou o primeiro pacote financeiro de Na Estrada, o jovem cedeu ao seu agente e concordou em estrelar em Tron, uma grande produção da Disney. “Eu estava quase pedindo o dinheiro do aluguel pra minha mãe”, ele lembra. “Seis meses depois, estávamos em Montreal, em um apartamento com Kristen e Sam.”

Garrett Hedlund perdeu a última noite de filmagem, foi embora com pressa para atender a première de Tron em Los Angeles. Mas Walter Salles ofereceu algo melhor pra ele. Na primavera de 2011, depois de terminar o primeiro corte do filme, o cineasta pegou a estrada pelos Estados Unidos em “um momento de completa liberdade”, para facilitar o ritmo do filme. Um time pequeno de cinco pessoas, um ator, Garrett Hedlund, e o Hudson, viajando nas estradas vicinais, longe das rodovias cheias de propagandas, para achar lugares nos Estados Unidos onde Kerouac e Cassady possam ter se intoxicado. Garrett Hedlund lista todos os passos da viagem: os Adirondacks, Cincinnati, Ohio, Lexington, Kentucky, Lubbock, Texas, Las Vegas, New Mexico, só faltou um violão para fazer um blues. O ator lembra cada nevasca, cada falha. “No Mississippi, um mecânico chamado Corndog consertou o carro na grama de sua casa. Ele tinha cachos Jheri (penteado popularizado por Michael Jackson na capa do disco Thriller), e colocou uma touca de cabelo antes de entrar embaixo do Hudson, para não pingar óleo de motor no cabelo dele.”

Cannes é o fim e a lógica paradoxal desta viagem. Embora o tapete vermelho seja um lugar estranho para estacionar o Hudson, levando três vagabundos celestiais. Mas Walter Salles apresentou seus dois últimos filmes, Diários de Motocicleta e O Primeiro Dia (co-dirigido por Daniela Thomas). Foi depois de ver Diários de Motocicleta, outro filme de estrada que seguiu o jovem Ernesto Guevara pela América Latina, que Francis Ford Coppola teve a ideia de propor Na Estrada pra ele. Kristen Stewart vai encontrar na Croisette seu parceiro de “Crepúsculo”, Robert Pattinson, que estará lá por Cosmopolis, de David Cronenberg. Sam Riley estará de volta para onde foi revelado pela sua interpretação de Ian Curtis, cantor da banda Joy Division em Controle, de Anton Corbijn. E Garrett Hedlund poderá mostrar ao mundo todo o que aqueles que cruzaram com ele já sabem: ele é uma estrela de cinema.

domingo, 20 de maio de 2012

Nova Entevista De Kristen Para O Philippine Inquirer!


Com Kristen promovendo ‘Na Estrada’ e ‘Branca de Neve e o Caçador,’ estão surgindo muitas entrevistas super bacanas da atriz, e aqui está uma feita pelo Philippine Inquirer em que ela fala sobre seu início de carreira, como foi trabalhar com uma grande atriz como Jodie Foster, e sobre os lugares que ela adoraria visitar. Confiram:

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Nós consideramos esse um bom sinal — a atriz normalmente tímida se mexendo, parecendo bem moderna em azul e laranja, dentro de um castelo que foi fundado em 1067 e reconstruído entre 1870 e 1890. Na nossa entrevista anterior com Kristen, ela pareceu de fato confiante. Mas nós veríamos breve o suficiente que Kristen voltaria a ficar tímida. Talvez porque os interiores grandes e massivos não convidavam exatamente para uma conversa aconchegante, segura. A programação era focar no filme em que ela estava promovendo — “A Branca de Neve e o Caçador,” a estréia direcional de Rupert Sanders. Nesse segundo filme a ser lançado sobre o mesmo conto de fadas nesse ano, Rupert tem o benefício de ter Kristen e Chris Hemsworth nos papéis principais, e Charlize Theron como a Rainha Ravenna.
A entrevista não limitou alguns dos momentos divertidos. A famosa frase no conto de fadas da Branca de Neve, “Espelho, espelho meu, existe alguém mais bela do que eu?” incentivou perguntas à respeito do “relacionamento com o espelho” de Kristen. “Eu me sinto bem quando olho no espelho,” ela disse caçoando com seriedade.
Comercial
Rotina de beleza? “Eu lavo o meu rosto,” ela brincou. O segredo ela? “Eu uso Proactiv,” ela falou com voz e tom de um comercial de TV. “Mantém a minha pele tão limpa. Ajudou tanto a minha pele quando eu estava crescendo. Se você um dia tiver acne, jovem garota, compre Proactiv.”
Em entrevistas separadas, tanto Charlize quanto Chris nos contaram que o que mais os marcou quanto à Kristen foi o seu puro e óbvio amor pela atuação. “Eu comecei a querer atuar em filmes porque eu queria um trabalho em um set,” explicou Kristen, cuja mãe é uma supervisora de roteiros. Seu pai é um produtor de TV. Ela adicionou: “Meus pais fizeram isso e eu achei que era legal. Era tão legal que eu estivesse conversando no ensaio com o diretor e com os outros atores. Eu estava observando por muito tempo mesmo sendo bem jovem. Repentinamente, eu era parte disso. Eu estava revelando nisso, me divertindo e não pensando muito nisso. Alguns poucos projetos mudaram a minha mente à respeito.” Ela se tornou uma atriz por completo.
Algumas influências.
Para Stewart, trabalhar com Jodie Foster foi memorável. Kristen pretende ser diretora algum dia mas, por agora, ela está feliz e contente sendo uma atriz. “Eu quero fazer filmes, com certeza,” ela admitiu. “Eu não encontrei a história que eu quero contar. Eu amo tanto ser uma atriz nesse momento. É um período tão carregado para mim.”
Ela é muito grata que uma certa franquia a tenha dado alguma influência para dar luz verde à alguns projetos, ainda que ela tenha sido cuidadosa em não ser “arrogante” na sua influência. “Há algumas poucas coisas que eu sou muito inclinada a ver acontecerem. Os filmes de Crepúsculo me colocaram nessa posição onde nós podemos fazer as coisas acontecerem. Tipo, eu estou fazendo esse filme chamado ‘Cali’ e é sobre o Valley. Eu sou de lá. Eu estou trabalhando com Nick Cassavetes e estou muito animada com isso. Eu não quero soar arrogante nesse momento, mas fazer algo acontecer é muito incrível e legal.”
Não foi há muito tempo atrás que uma muito jovem Kristen estava ganhando aprovação por se segurar, na presença de Jodie Foster, que interpretou a mãe dela em ‘Quarto do Pânico’ de David Fincher.
“Jodie era como um membro da equipe,” ela se lembra. “Foi ótimo ter isso como meu primeiro exemplo de um filme grande, porque eu definitivamente trabalhei com algumas pessoas que não se comportam desse jeito.”
Na nossa programação incomum, fora das usuais entrevistas em hotéis de Los Angeles, surgiu uma pergunta sobre para onde ela gostaria de ir. “Eu fui a muitos lugares mas eu não fiz muita coisa neles,” ela respondeu. “É uma história típica para atores que fazem muita press junket. Nós vamos para Madri em um press tour. Eu estou muito animada, seja qual for a razão. Eu me diverti tanto quando fui lá da primeira vez. Eu não dormi quando estive lá pelo primeiro tour de Crepúsculo. Eu estou muito animada para voltar a Madri.” Algum outro lugar? “Egito,” veio a resposta rápida.


Kristen Stewart Quer Trabalhar Com Diretor Mexicano


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De visita novamente a Cidade do México, a atriz Kristen Stewart, que protagoniza o filme Branca de Neve e o Caçador, expressou seu desejo em trabalhar com personalidades mexicanas e, especificamente, o diretor Alejandro González Iñárritu.
“Estive muito próxima da cultura mexicana pois cresci em Los Angeles e lá metade de meus amigos de escola tinham pais mexicanos, então sim, eu gostaria de trabalhar com pessoas mexicanas. Adoraria trabalhar com Alejandro González Iñárritu, que é mexicano”, disse a jovem de 22 anos na conferência de imprensa onde esteve acompahada do ator Sam Claflin.
A atriz, conhecida pela famosa saga Crepúsculo, confirmou também sua admiração pela atriz Charlize Theron, que interpreta a Raiha Ravenna nessa nova versão do conto de Branca de Neve, que se caracteriza pela obscuridade dentro da história e cada um dos personagens que dão um toque inesperado no conto dirigido por Rupert Sanders.
Por outro lado, a atriz mostrou cuidado ao falar da sua vida privada e inclusive falou sobre redes sociais como Twitter em que não tem uma conta. “Se não estivesse nessa situação, talvez eu tivesse, mas quando começa a dar coisas, você pode chegar a se perder”, assegurou a jovem que também esclareceu o que aconteceu na sua chegada ao aeroporto, onde era esperada por dezenas de fãs “Nem sempre se escolhe o caminho por onde tem que sair”, mas disse que estava feliz em estar no México e ter contato com os fãs.
Durante a conferência, o grito dos fãs podiam ser ouvidos no interior do hotel onde as atividades de divulgação do filme.

Relato Do Omelete Sobre A Press Junket De SWATH No México

O site brasileiro Omelete esteve presente na Press Junket de Snow White and The Huntsman que aconteceu ontem no México, e postou uma matéria relatando a entrevista. Confira abaixo o relato do jornalista Érico Borgo:




Aconteceu há poucos minutos a coletiva de imprensa na Cidade do México de Branca de Neve e o Caçador, nova adaptação do conto, registrado pelos Irmãos Grimm há mais de um século, para o cinema. Sam Claflin, que vive o Príncipe William, e Kristen Stewart, a Branca de Neve, estão na cidade para divulgar a fantasia e responderam perguntas dos jornalistas.

Sobre a história e sua versão totalmente diferente de todas as que já foram realizadas nas telas, Kristen disse que“todos pensam que estamos transformando Branca de Neve em algo distorcido e sombrio, mas na verdade é um retorno às origens. Ao mesmo tempo é um filme encantado e maravilhoso e cheio de ação sobre uma garota que é uma garota e não uma imitação de um homem em um filme de ação”.

“Rupert Sanders, o diretor, criou um mundo fantástico que faz justiça ao conto. Esta versão é bastante nojenta até. Mas eu tive acesso bem cedo às versões originais do conto, que são bem violentas, então não fiquei chocado com esta”, seguiu Claflin. “Esta não é a mesma versão que você já viu 200 vezes. Os ícones estão todos lá, mas o modo como são explorados é muito diferente.”

“Evidenciar o sombrio é fundamental para que a luz brilhe mais forte. Basicamente pegamos Branca de Neve e damos uma surra nela. A ação tem integridade, não é um filme de super-herói. Todo o que você me vê fazendo no filme qualquer garota do meu tamanho conseguia fazer na vida real”, explicou Kristen, que revelou não conhecer os contos, só os filmes da Disney. “Mas nunca gostei deles. Histórias de princesa não são meu forte. Fui assistir de novo à animação por curiosidade antes de filmar este. O filme pega os personagens e os coloca em um mundo muito mais perigoso.”


O realismo não veio sem sacrifícios. ”Rupert criou este mundo com o máximo de realismo possível – exceto no bosque encantado e alguns momentos – mas ninguém precisou usar muito a criatividade, pois a experiência toda era muito real”, disse Claflin.  “Tive muito treinamento para conseguir fazer as coisas que fiz nesse filme. Basicamente, tinha vontade de chorar todas as noites, de tão destruído fisicamente. Foi um desafio tremendo, pois eu não podia fazer feio do lado do Thor! Depois, Rupert me pedia as coisas e eu, empolgado, dizia ‘claro, vamos nessa!’, mas me empolgava tanto que caí de cara de cima do cavalo em uma das cenas. Desci dele ainda em movimento… foi a armadura que amaciou minha queda. Enquanto isso, Chris planava elegante de cima do seu”, brincou, referindo-se aChris Hemsworth, o Thor dos filmes da Marvel, que vive o Caçador do título.

“O tempo todo eu estava com frio, assustada e impressionada. O medo motivou minha personagem e ele me ajudou muito a sentir isso com realismo”, complementou Kristen sobre o diretor.

A atriz também elogiou o trabalho de Charlize Theron, que está impressionante no filme como a Rainha Ravena.“Eu queria impressionar Charlize o tempo todo. Ela é a rocha que ajudou a transformar este filme no que ele virou. Ao lado dela eu tentava o tempo todo me superar, para chegar à sua altura”.

Uma das cenas mais impactantes, o discurso de Branca de Neve, aconteceu em uma das noites mais frias do inverno londrino, lembrou Claflin – e demorou a noite toda para ser registrada. Kristen emenda: “Eu não achava que o roteiro nesse ponto estava correto. O discurso era uma versão de coisas diversas que já ouvimos antes. Era muito Coração Valente - e não somos Coração Valente. Então tive que argumentar com a equipe toda e convencê-los disso. Eu simplesmente não consegui fazer a cena como estava escrita. Mas no final acho que isso valorizou a minha atuação, pois eu realmente senti tudo aquilo, vivenciei a cena. Nem todo mundo concordou comigo, mas a cena acabou ficando”, completou.

A atriz de A Saga Crepúsculo encerrou a conversa falando sobre sua relação com os fãs, a celebridade e a imprensa.“Eu amo meu trabalho pois é minha maneira de compartilhar meu desejo de criar. Mas eu acho que no momento em que você começa a entregar coisas íntimas sobre você é fácil esquecer quem você é. É por isso que não entro no Twitter, por exemplo. Por que você quer saber o que fiz no meu fim de semana? Isso não diz respeito a ninguém e não há nada interessante nisso… fiz a mesma coisa que todo mundo faz. Mas adoro e fico muito empolgada em me expor um pouco quando o assunto é meu trabalho”, disse. “Eu tento manter a essência de quem eu sou e acho que estou fazendo um bom trabalho”.



Kristen Stewart Estará Em Filme De Terror?

Confira abaixo um rumor sobre um possível próximo filme de terror, dirigido por Adrian Layne, que Kristen poderá participar:




Kristen Stewart está sendo cotada para um papel em um filme de terror do diretor Adrian Lyne (“Atração Fatal”). O filme de terror, estrelado por Chloe Moretz, é baseado no Best Seller do The New York Times sobre um homem que é forçado a cuidar de suas três irmãs, após sua mãe ser condenada por matar seu pai abusivo.

Harley, o homem encarregado de cuidar de suas irmãs, é apaixonado por Callie, uma mulher casada e mãe de dois filhos que vivem no final da rua. Os dois começam a ter um relacionamento sexual infeliz – e Harley se torna o principal suspeito de um assassinato misterioso ocorrido na cidade.

Não há nenhuma informação sobre o papel de Stewart no filme (possivelmente Callie?), Moretz pode ter sido escalada como uma das irmãs de Harley. Diferente do trabalho de Adrian Lyne, – que inclui “Indecent Proposal”, “Lolita” e “Unfaithful” – é esperado muita pele e muito suspense. ”Black Roads” está com estréia prevista para 2013.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Artista Plástica Inaugura Uma Exposição De Arte Inspirada Em Kristen Stewart

Kristen Stewart além de inspirar milhares de jovens por todo o mundo, também inspira arte!




Sábado à noite no Meltdown Comics em Los Angeles vimos a abertura de um novo grupo de arte chamada “Muchos KStew”. A coleção exibe exatamente o que o título promete: várias e várias peças de artes apresentando Kristen Stewart, com cerca de 50 pessoas que fazem pinturas a óleo, aquarelas, estátuas esculpidas de nossa atriz de Crepúsculo preferida.

Como você pode imaginar, eu fiquei imediatamente intrigada e excitada com o conceito e adoraria ser a primeira na fila para essa exibição. Infelizmente, eu moro do outro lado da cidade e tive que me contentar com a conversa com a artista, curadora e animadora Julia Vickerman.

Originalmente, tínhamos combinado de nos falar por telefone na manhã de domingo, Mas a exibição foi um sucesso que so consegui falar com Julia na segunda a tarde. Embora ela estava cansada, a emoção de Julia sobre Kristen Stewart irradiava através do receptor do meu telefone.




A primeira pergunta não podia ser outra: Como isso começou?

Julia: [risos] Eu tenho feito exposições sobre a Kristen durante vários anos. Então, alguém em uma festa sugeriu que eu deveria fazer uma exibição de todos as pecas sobre KStew. Eu comecei a rir porque achava todos que conheço não iram se interessar, mas imediatamente duas ou três pessoas na minha vizinhança disseram “Você está brincando? Eu adoraria fazer algo sobre Kristen Stewart.” Durante as próximas duas semanas, eu encontrei rapidamente mais de 50 outros artistas que não só concordaram em participar, mas estavam extremamente animados.

Por que você está tão obcecada?

Parece assustador, mas basicamente eu gostar de olhar para o rosto dela. Mesmo quando ela era apenas uma atriz mirim em “O Quarto do Pânico”, ela simplesmente aparece sempre muito, muito cansado. Parecia que ela tem uma alma antiga. Há algo sobre a sua presença diante das câmeras e como ela se apresenta. Ela é muito intrigante. Muitas vezes parece que ela não dormiu por dois dias e é emocionante pensar: “O que você estava fazendo? Por que você estava acordada? No que você estava pensando?”

Eu não estou interessada fazer fofocas em torno dela. Aposto que a vida dela não é tão interessante quanto da personagem que criei em minha cabeça. Alguns fãs de Crepúsculo ontem estava com raiva sobre o show e postaram vários comentários sobre como nós não estávamos prestando uma homenagem a verdadeira Kristen Stewart, mas apenas a uma caricatura dela que eu fiz na minha cabeça por causa da minha “paixão assustadora” … o que é basicamente verdade. Mas em seguida, eles passaram a me chamar de um ser humano vil ou algo parecido.

Você obteve mais críticas de fãns de Crepúsculo do que de outras pessoas, certo ?

Sim! Eu só pensei que isso seria uma coisa divertida. As outras pessoas falavam: “Por que vocês estão fazendo isso? Ela é uma atriz ruim. Ela é chata.” Algumas pessoas estavam com muita raiva sobre os retratos dela nua no show. Alguém comentou: “Está tudo bem se você mostrar seios de Kristen, mas por favor não mostrar sua vagina.” Quer dizer, o que diabos isso significa? Você percebe estas são apenas pinturas, certo? Estas são as interpretações dos artistas. É tudo brincadeira. Alguns de seus fãs estavam dizendo, “Vocês pediram a permissão de Kristen? Vocês so podem fazer esse show com a permissão dela.” Eles a tratam como se ela fosse alguma pobre, jovem, menina indefesa.

Onde você vê a diferença entre “fan art” e este show?

Eu acho que realmente não existe muita diferença. Eu ainda considero o que eu faço “fan art”. Alguns dos artistas dessa exposição não são necessariamente fãs tanto quanto eles acham que ela é um sujeito bonito. Suponho que na mente da maioria das pessoas, porém, o “fan art” é algo barato, porque eles assumem que é feito por alguém sem formação, mas isso é uma suposição incorreta.




Você vai continuar fazendo artes sobre Kristen Stewart?

Estou começando um blog chamado Muchos KStew, onde eu vou postar toda a arte deste show. Eu realmente amo a ideia de um blog dedicado exclusivamente à arte inspirada ela.


Charlize Theron: “Kristen Terá Uma Carreira Incrível!”

Charlize Theron deu uma entrevista ao Celubuzz, onde perguntaram sobre Kristen e além de comentar sobre sua carreira brincou dizendo que vai usa-la como uma Rainha Malvada. Confiram abaixo.




Charlize falou com a adorável Srt. Ryder: “O que você tem a dizer sobre Kristen?” “Eu acho que ela terá uma carreira incrível,”  Charlize disse.

Ela completou: “Eu acho, que ela está muito bem como atriz, ela realmente ama seu trabalho e é muito boa nele. Com a minha experiência, se você tem razões autênticas para fazer e é persistente como ela é, eu acho que você tem a personalidade certa para esse trabalho. Eu acho que ela tem isso.”

Claro, uma vez que Charlize – que interpreta malvada Rainha Ravenna no filme – acabou de adotar um menino, Jackson, o Celebuzz não poderia voltar aos Estados Unidos e não perguntar a ela sobre sua nova vida como mãe – principalmente, se ela irá ou não ler Branca de Neve para o seu “pacote de alegria”. “Eu vou chamar Kristen e fazer ela fingir que é a vilã, assim meu filho me amará mais!” ela brincou sobre como explicará ao filho o seu papel de vilã.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Entrevista Completa De Kristen Ao HelloGiggles

As amigas Joanne e Lily do site HelloGiggles entrevistaram Kristen em Los Angeles, logo depois das gravações do Jimmy Kimmel Live. As duas são grandes fãs da Kristen e aproveitaram bastante. Confira agora a entrevista completa e traduzida:




O que atraiu você nesta versão de Branca de Neve?
“É engraçado, isso realmente não tinha nada a ver com a Branca de Neve, de uma forma ou de outra. Eu não sou apenas uma rebelde por natureza, eu não queria apenas fazer o filme porque era algo diferente do que você achou que Branca de Neve seria. Se você ler a história de 7 páginas dos Grimm, é realmente assim … E qualquer um que vai fazer um filme de corpo inteiro e se entrega totalmente na elaboração , sabe que existem opiniões diferentes sobre isso. Precisávamos encontrar o “porquê” de tudo. O personagem, por qualquer motivo, parecia tão real para mim e em um mundo tão inacreditável, que é uma espécie de coisa excepcional. Eu queria tanto me juntar a este projeto, mais do que qualquer coisa, e eu acreditei nele.”

Você soube automaticamente que você queria fazer isso, ou houve um momento de hesitação?
“Eu totalmente sabia que queria fazê-lo. Eu li o roteiro que inicialmente começou tudo e vi muito potencial nele. Eu sabia, quando eu falei com o diretor, isso era algo que ele queria realmente aprofundar e elaborar, e descobrir quem era cada um. Quando você tem uma história cheia de arquétipos, e não estamos apenas falando sobre a rainha má e a bela jovem, é realmente necessário que para fazer sentido nós todos interpretemos devidamente. Assim, o roteiro mudou muito. Ficamos obcecados com isso no set todos os dias; e foi onde eu gastei mais tempo, sendo tão obcecada e aprimorando cada detalhe. E não falamos muito no filme – é bastante agitado e ele só vai e vai e vai. Nós realmente não lhe damos todos os pontos da trama, e para um filme tão grande, é raro.”


Havia alguma coisa específica que você realmente queria mudar, ou algo que você queria trabalhar bem?
“Quero dizer, tudo, mas na verdade você não quer que da noite para o dia seja capaz de lutar e derrotar um exército. Fizemos a ação ser muito mais realista. Nós fizemos ela ser capaz de fazer todas as coisas no filme, ao invés de “Eu matei literalmente um homem gigante com minha armadura ‘, sabe? Eu provavelmente não poderia fazer isso, mas não importa, porque ela o engana, isso era apenas uma maneira de pensar sobre isso. Então, você poderia simplesmente acreditar em vez de pensar “eu realmente gostaria de fazer isso em um filme, mas na vida real nunca iria acontecer.”

Você gostava de contos de fadas quando era mais jovem?
“Não, não realmente. Eu adorava os filmes da Disney, mas não aqueles super-femininos. As pessoas já sabem disso, mas eu amei Mogli – O menino Lobo, era o meu favorito de todos.”

Você encontrou algo em comum entre a sua personalidade e a da sua personagem?
“É engraçado, eu ainda estou para interpretar alguém que eu não ame tanto. Eu nunca interpretei alguém que eu não goste. Eu adoraria, mas as coisas têm acontecido dessa forma. Ela é tão impressionante que é difícil para mim dizer que eu sou assim, do jeito dela. Ela não é tão completamente capaz de ser uma parte do povo que ela tanto ama. Ela realmente ainda não encontrou a si mesma como uma parte deles, ela foi tão desconectada das pessoas. E mesmo assim ser capaz de sentir algo por elas… e se sentir como… não como uma parte deles… eu acho que eu posso relacionar isso.”

Você já leu os comentários e opiniões sobre seus filmes e as coisas que você faz?
“Sim, totalmente. Eu não levo isso a sério, porque eu lembro das experiências na minha cabeça de uma determinada maneira e eu valorizo ​​muito elas, e eu nunca faria de forma diferente. Resposta massiva é sempre estranho. Normalmente as coisas não importam, geralmente quando eu falo com as pessoas durante as entrevistas, as coisas enchem na minha cabeça e eu fico nervosa. Mas eu sou o tipo de pessoa que precisa saber exatamente o que está acontecendo, porque eu sou estranha… e eu preciso saber tudo.”

Se você pudesse enviar uma mensagem para seus fãs, o que seria?
“Hey! Literalmente, eu só sou capaz de dizer ‘Hey!’ Não é como se eu tivesse uma declaração para todos vocês agora. Tipo, eu estou sendo muito honesta, não tenho nada de fato para dizer. Se você é um fã, ‘Olá’. Esta é uma oportunidade rara de poder sentar-se com um fã e não ser tudo ‘AAAAH’ e aquela agitação”

A tela do celular diz muito sobre a pessoa, o que há na sua?
“A tela do meu celular não é nada. E isso diz muito sobre mim. Eu sou o tipo de pessoa ‘por fora’ de toda essa tecnologia. Era o meu gato, por um tempo. O que isso diz sobre mim?”

Que você é uma mulher gato! No filme você se depara com um homem que está protegendo você – o caçador – e seu príncipe, que é o seu lindo e atraente par romântico. Qual deles é mais importante para ter em sua vida?
“Chris é muito bonito. Uma coisa engraçada sobre o nosso príncipe, ele quer tanto ser o caçador. Mas por alguma razão, o destino ou as estrelas que se aliaram de forma diferente quando eu saí da prisão, já adulta. O destino não é tão claro, as coisas simplesmente não estão alinhadas. O príncipe realmente tem que provar o seu valor, ele é realmente bom com um arco e ele está constantemente competindo, mas o filme se move tão rápido que é difícil se concentrar no romance, mas para mim … Eu provavelmente iria querer os dois”

Você acha que tem os dois?
“[Risos] Sim …”

Foi difícil fazer todas as cenas de luta, considerando o peso da armadura?
“Bem, nós tivemos duas versões diferentes. Uma delas era muito pesada e dura, bem, não era realmente peso, era apenas rígida. E a outra versão era de plástico – bem … de borracha“.

Você treinou muito para fazer as cenas de luta?
“Bem, nós tivemos que descartar um pouco da coreografia, porque uma luta com espadas era como fazer uma dança. Parecia realmente ótimo, mas de repente, parecia que eu era um ninja e apenas poderia derrubar um exército. Não teria sentido vê-la tão bem sucedicda, se é que é possível. Rupert, o diretor, que é incrível, fez-me dizer a mim mesma “Não morra”, e disse: “Haverá uma tonelada de pessoas que vêm em sua direção, e aqui está um escudo e espada.” Mas eu acho que o treinamento realmente me ajudou a chegar a isso. Quando você é colocado no set com 500 pessoas, isso realmente ajuda.”

Você está realmente conhecida por seu estilo único! Você foi eleita a pessoa mais bem vestida, pela Glamour UK, então se você pudesse ter apenas um único designer, quem seria?
“Balenciaga! [Risos] Eu acho, sim, quero dizer, eu adoro Balenciaga. Quer dizer, eu não estou apenas dizendo isso, eu estou te prometendo! Balenciaga se destaca mais do que ninguém só por causa de como eles são tão … estranhos, o que é muito legal para mim! Se você estar indo a algum evento, especialmente com atores e moda, é tão estranho porque não estamos envolvidos no processo criativo, mas você é realmente capaz de sair com eles e usar o material deles! Não é só porque muitas vezes as peças deles parecem ter sido feitas para si próprio ao invés de ‘Olhe para isso!’, Sabe? Eu não quero parecer uma pessoa estranha que critica as pessoas por venderem para os outros, mas Balenciaga é genuinamente artística e eu acho que muitos designers hoje não o são!”

Bem, nós estamos indo para o ensino médio no próximo ano, assim como uma tonelada de seus fãs. O que era que você realmente sentia no seu ensino médio, Kristen, e o que te ajudou a descobrir o que você queria fazer? Quero dizer, quando você está conversando com meninas mais jovens, como é que você as inspira a realmente sobreviver ao ensino médio?
“Espere um segundo, você está indo para o ensino médio no próximo ano?”

Sim!
“Você está brincando comigo? Saia daqui! [Risos] Isso é ridículo! Bem, eu teria que dizer graças a Deus que você está quase no ensino médio, porque o ensino médio é incrível em relação ao ensino fundamental! Para mim, pelo menos! OH DEUS! Quero dizer, aqui está o problema … eu realmente não tive que ir para o ensino médio… ”

Você pegou o caminho mais fácil, não foi Kristen?
“Sim, isso mesmo! Mas eu ainda tenho contato com meus amigos que iam para a escola. Eu não tive que ir, mas as coisas ficaram muito mais fàceis pra mim depois! Então, eu diria, apenas se mantenha firme! Também, é tão estranho a insistência nesse tipo de assunto, porque ainda me sinto tão perto desse tempo, mesmo que eu esteja respirando um pouco mais fácil agora, já que eu me conheço um pouco mais, e eu me sinto mais confortável … mas ao mesmo tempo, eu não sinto como se nada tivesse mudado necessariamente, quero dizer … Oh meu Deus, isso é tão engraçado, agora estamos tendo a conversa das damas de honra: ‘eu cresci, mas eu mudei!’
Eu me sinto como ‘você tem que ter essa idade’, e isso vai soar tão bobo, mas eu falo sério sobre isso e você tem que fazer o que você quer fazer! E é tão simples assim, e isso é tudo que eu tenho a dizer! Mas você sabe que não é fácil e WOW, agora parece que eu estou dando conselhos como alguém que sabe o que diabos está falando! É verdade, não que eu saiba o que estou falando, mas que você tem que fazer o que você faz. E também ter certeza de que você tem algo bom para fazer! Como você sabe, todo mundo pode fazer alguma coisa! Algumas pessoas andam por aí dizendo ‘Eu estou entediada! Estou entediada!’ FAÇA alguma coisa! Todo mundo é incrível em alguma coisa!”

Sim totalmente! Bem, muito obrigado, Kristen, isso significou muito para nós!



Entrevista De Kristen Ao Access Hollywood

Recentemente durante sua passagem em Londres para a divulgação de Snow White and the Huntsman, Kristen cedeu uma entrevista ao Access Hollywood. Durante a entrevista a atriz contou como foi trabalhar com o resto do elenco. Confira abaixo:




Kristen Stewart talvez já tenha atuado ao lado de grande nomes em sua carreira, mas ela admitiu ao correspondente do Access Hollywood, Tim Vincent, que Charlize Theron foi em particular intimidante. “Ela é muito intimidante” Kristen disse ao Tim na press junket de SWATH em Londres.

“Você sente… a energia dela é tão, louca. É quase palpável. Ela é desafiadora. Tipo, eu quero impressioná-la.” Kristen estava um pouco intimidada por outras colegas de elenco também – um de quatro pernas. ”Eu tenho muito medo de cavalos.”

A atriz interpreta Branca de Neve no filme, e ela diz que a personagem não se encaixa em nenhuma categoria. “Tem uma tipo esta super mania agora de ser como uma mulher forte e eu penso assim, isso é tão piegas, porque elas estão agindo como caras,” Kristen disse. “E Branca de Neve é tão essencialmente, fundamentalmente feminina…toda a ação vem estranhamente de um lugar bem delicado. Sua força com certeza vem de sua natureza estável, ao invés de músculo. Ela não é do tipo de que sai arrebentando cabeças, o que eu acho legal.”

E, se Snow White and the Huntsman, também estrelando Chris Hemsworth, Kristen disse que está pronta para pular de novo pra dentro da armadura. “Eu faria isso em um piscar de olhos. Eu amo este filme,” ela disse ao Tim sobre uma possível seuqência. “Eu amei de verdade todos com que trabalhei.”

terça-feira, 15 de maio de 2012

Entrevista Terra Colombia traduzida.




Apesar do seu papel na famosa saga de vampiros ”Crepúsculo” ter a posicionado como uma das atrizes mais famosas de Hollywood, Kristen Stewart está mais interessada em interpretar personagens mais prefundos. E tlavez haja apenas um diretor que possa ajudá- la com isso: o diretor mexicano Alejandro Gonzaléz Iñárritu. A atriz não só se declarou fã do seu trabalho, como também está bastante interessada em trabalhar nos seus futuros filmes.

“Eu adoraria trabalhar com Gonzaléz Iñárritu, e gostaria que fosse logo” Kristen disse ontem em uma entrevista na Inglaterra durante a apresentação do filme ‘Branca de Neve e o Caçador’ o qual irá estreiar dia 1º de Junho no México. “Acho que ele faz filmes intensos, cheios de emoções e com uma forte mensagem e retrata seus personagens com muita intensidade e eu gostaria de experimentar algo parecido.”

Em 2011, Gonzaléz Iñárritu levou “Biutiful” para as telonas, uma história sobre um homem que esta morrendo, o qual o complexo de existência é marcado por uma conexão especial que ele tem com o além e o duelo que ele mantém com a vida e a morte. Em ‘Amores Perros’, o cineasta mexicano mostrou a complexidade que os personagens de três histórias muito diferentes, mas que no final, eles estão conectados pela mesma coisa: um acidente de carro.

A admiração de Kristen pelo diretor é tão forte, que ela expressou seu desejo de dirigir os seus próprios filmes no futuro. “Eu quero fazer filmes, é um dos meus grandes desejos”. Mesmo que ela não  tenha projetos específicos, no entanto, ela tem algumas idéias para um curta-metragem. ” Você trabalha todos os dias com diretores que são tão talentosos no que eles fazem, seguindo suas instruções, e tendo tanto contato com eles, que você começa a gostar mesmo do trabalho.” diz a atriz.


Kristen já teve a oportunidade de trabalhar ao lado de grandes diretores como Bill Condon, diretor de ‘ A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1  e a Parte 2 que ainda será lançada. A atriz ainda começou a trabalhar no seu primeiro filme na franquia com a diretora Catherine Hardwicke, que em 2003 dirigiu o filme “Thirtheen” que foi aclamado pela crítica. E embora Kristen considere que ainda tem um longo caminho a percorrer, ela está dispota a tomar o seu tempo, sem forçar nada. “Minha ambição é um pouco rara, porque eu não quero forçar nada, eu quero que tudo ocorra naturalmente e tenho certeza que com o tempo eu estarei capacitada a trabalhar como diretora.”

Em seu próximo filme “Branca de Neve e o Caçador”, a namorada de Robert Pattinson será a líder da mais nova adaptação que chegará as telas por Rupert Sanders. Nessa aventura, cheia de ação e efeitos especiais, ela interpreta essa jovem mulher, tendo uma incompáravel beleza e inocência, é perseguida pela Rainha Má, Ravenna, interpretada pela Charlize Theron. “O que mais gosto nesse personagem é que ela tem uma delicadeza natural, mas, ao mesmo tempo, ela tem bastante força, integridade e sentimento.” diz Kristen.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Kristen Diz Que Gostaria De Trabalhar Com Robert Pattinson Novamente

Recentemente durante uma entrevista ao famoso site Celebuzz, Kristen afirmou que gostaria de trabalhar com Robert Pattinson novamente. Confira a seguir:

“Eu estou morrendo de vontade de fazer outro filme com o Rob, eu acho que somos uma boa equipe. Acho que isso é tão ridiculamente ambicioso, mas eu adoraria trabalhar com ele novamente.”

Entrevista Completa E Traduzida De Kristen À Revista Elle US

Com um photoshoot maravilhoso e uma entrevista incrível, Kristen estampa a capa da edição de Junho da revista Elle US. Confira agora a entrevista completa, e traduzida:





Seguindo o seu caminho por uma floresta de árvores mortas que viraram livros, Kristen Stewart está na caça de sua próxima leitura, tendo acabado de “devorar” Contempt, de Alberto Moravia: “Eu amei o livro. Algo engraçado é que,o filme é uma comédia,mas o livro é tão ‘para baixo’ ”. Em seus Keds pretos, skinny jeans pretos, seu casaco preto com capuz e uma blusa verde surrada, Stewart poderia passar facilmente por um descolado literário trabalhando nesta livraria aconchegante no Sunset Boulevard.

Ela percorre seus dedos pelas incontáveis capas de pretendentes em potencial que estão enfileirados no alto de prateleiras escuras- um apertado labirinto de reviravoltas e reviravoltas- e para em John Steinbeck. “A leste do Éden é o meu favorito, é grande, e, em seguida, Cannery Row. Eu li todos eles.” Situado pero de Steinbeck,está William  “Você já leu Lie Down the Darkness?” Stewart pergunta animadamente. “Eu quero interpretar Peyton mais do que qualquer coisa que eu possa provar ou tocar em minha vida. Eu quero tanto interpretá-la!” Peyton é brilhante, bonita, narcisista suicida, aprisionada por seu pai. Mas Stewart,22, tem uma visão mais complexa do que isto. “Oh cara, ela ama para caralho isso! Ela está apaixonada por ele. Quero dizer, eu acho que ela está apaixonada por ele. Não é culpa dele. Eles são a família mais foda!”

“Há um script em adaptação, eu o li e está muito bom,” ela diz continuando a percorrer o corredor. “Duas pessoas que estão competindo pelo papel [do pai] são Daniel Day-Lewis e Colin Firth. Daniel seria perfeito.” Stewart para de repente e sorri, pegando uma autobiografia. “Não vamos ser pretenciosos – vamos comprar a de Snooki.” (Ela não a compra)

Chegando em um canto, Stewart pega The Virgin Suicides, de Jeffery Eugenides. “Eu amo para caralho esse filme. Eu amo garotas adolescentes.” Dizer que a recíproca é verdadeira seria uma grosseira subestimação. A personificação de Stewart em Bella Swan na franquia bilionária Crepúsculo a fez o objeto da Bellamania, uma condição obsessiva, afligindo garotas adolescentes e, de acordo com a estrela, mulheres de meia idade. Em outras palavras, qualquer mulher que já sentiu a emoção de tirar o fôlego de um descuidado, louco e sexualmente-carregado eterno amor por um garoto bonito, misterioso, intenso que vem a ser um vampiro sugador de sangue em uma dieta limitada com uma família disfuncional e lobos uivando em sua porta, e que requer que você desista de tudo para estar com ele. Foi lá. Fez isso. Leu os livros. Viu os filmes.

“Oooh, Martin Amis.” Stewart retira Money da prateleira. “Minha cópia acabou de ficar encharcado – meu banheiro inundou.” E então, “Oh meu Deus! A porra do meu namorado acabou de fazer este filme,” ela diz se referindo à Robert Pattinson enquanto pegava uma cópia de Bel Ami. “Os franceses, eles estão enfurecidos porque ele fez o filme.”

A atriz conheceu o ator britânico em 2007 em um típico teste de química. Ela já estava escalada em Crepúsculo, mas o papel para seu interesse amoroso vampírico – o eterno adolescente Edward Cullen – ainda estava disponível. A diretora Catherine Hardwicke tinha selecionado 4 atores. “A cada duas horas, eu tinha outro garoto vindo à minha casa,” Hardwick lembra. “Rob e Kristen  sentaram-se à mesa e fizeram a cena da aula de biologia. Eu senti as faíscas. Eu pude ver a atração existente. Kristen foi muito decidida – ela sabia que tinha uma conexão forte com Rob. Eu disse “ Me de um dia para ver se isso é transmitido para as telas.” Hardwicke ri.  “ Eu o avisei ‘Ela é menor de idade, nem pense nisso! É uma lei em nosso país.’ ”

A vida privada de Stewart é uma zona restrita. Ela é conhecida por recusar perguntas com um olhar mortífero e respostas afiadas. O que há para se dizer afinal? Isso é o que é. A ironia é que para toda aquela química que ela conjura com Pattinson nas telas, há uma desconexão subjacente. Talvez seja as bizarras lentes de contato castanhas de Bella obscurecendo os sábios olhos verdes de Stewart. (“É como se eu estivesse de óculos escuros – óculos com lentes desfocadas e sem vida. Você consegue sentir suas órbitas dos olhos. Elas[lentes] me arruinaram.) Ou uma refusa inconsciente de deixar sua vida pessoal para consumo público.

Ela está, de longe, mais emocionalmente exposta em seus filmes menores,mostrando prismas de luz e sentimentos obscuros ao mesmo tempo. Foi sua performance como uma solitária, obstinada, adolescente apaixonada vivendo fora da ‘grade’ em Na Natureza Selvagem em 2007 que anunciou a chegada necessitada de uma séria jovem atriz em Hollywood. Isso a colocou no radar de Hardwicke e também no do diretor Jake Scott. No momento em que Stewart aparece na tela, Scott diz, “Eu pulei de minha cadeira e corri para o lobby – eu nem terminei de ver a cena. Eu fiz uma ligação  e disse: “É ela! Ache-a!” Dois dias depois, Stewart foi escalada como Mallory, a stripper ferida, menor de idade e boca suja no explorador da tristeza de quebrar o coração, Corações Perdidos. Na sequencia, veio The Runaways, no qual ela interpreta Joan Jett, uma performance sem limites que amava drogas, mulheres e rock ’n’ roll. “Isto foi difícil,” Stewart diz sobre fazer o filme. “Mas eu amo Joan. Eu pularia de um prédio por ela, espatifada no chão.”

A extrema lealdade e paixão que ela tem por todos os seus personagens se estende para os scripts. “Nós trabalhamos todos os dias  reescrevendo, tentando parecer mais real,” Hardwicke diz. “Stewart é uma pessoa intensa – ela persegue a verdade na cena, na realidade. Mesmo se estamos prestes a começar a filmar, e tenha toda uma equipe de centenas de pessoas em volta, se ela não sentir algo, nós iriamos para algum canto e tentaríamos melhorar as falas,fazer a emoção ser real. E transparece. Ela é convincente em cada cena.”

Scott foi tão longe, a ponto de deixar Stewart quase voar. “Eu adorei que ela improvisava muito,” ele diz. “Porque ela consegue, sabe? Ela capta o principal, a essência ,o principal ponto, e faz do seu jeito. Eu a colocaria na cena, e ela faria algo interessante.” Embora “cada take fosse diferente, o que era complicado na sala de edição, o personagem que ela estava interpretando era tão inconstante, isto funcionou.”

Falar do talento de Kristen com ela é algo com muita liberdade. Ela aprendeu a firmar-se enquanto trabalhava com William Hurt em O Lenço Amarelo em 2008. “Ele foi o primeiro garoto que eu vi pegar o script e muda-lo todo em sua cabeça. Ele jogou nós todos acima do ar,” Stewart diz afetuosamente. “Foi tão legal trabalhar com ele. Ele é tão beat – ele é como, On The Road. Incrivelmente intenso. Cara!” Você tem a impressão de que Stewart teve seus projetos prediletos – ela parece inigualável neste ponto. (É difícil acreditar que Lindsay Lohan é apenas três anos mais nova.) “O que faz de Kristen tão interessante de assistir é o fato de ela está disposta a interpretar um personagem que tem momentos de comportamentos incompreensíveis e se compromete com isso – não por questão de vaidade, como outros atores,” diz Greg Mottola, que escalou Stewart para Férias Frustradas de Verão como Em, uma adolescente confusa e complicada,dividia entre o super fofo Jesse Eisemberg e o cafajeste e casaso Ryan Reynolds. “Kristen não está interessada em por uma vibe “por favor me ame”.

Passamos para a sessão de histórias em quadrinhos, Stewart arqueja ao ver Black Hole.

“Esta porra dessa loja é como Kismet!”ela diz. “Eu quero fazer este filme!” O filme, é sobre uma praga sexualmente transmissível, “É nojento,tão bruto,” diz Stewart entusiasmada. “Eu amo a primeira imagem!” – ela vira para uma página completamente preta com uma branca vagina se abrindo no centro da página. – “Uma fenda, você só cresce, como, buracos em seu corpo. O imaginário é tão estranho. Veja” – ela vira para outra página – “ ele está olhando para as mãos dela e logo haverá uma pequena boca lá. É tão sexual, o desejo é tão fodidamente palpável, mas ela se sente tão suja, como [os personagens] são tão envergonhados porque eles são doentes, eles estão, literalmente, ficando em buracos.”

É alguma surpresa que o próximo projeto de Stewart é inspirado no conto de fadas dos Irmãos Grimm? Neste mês em Branca de Neve e o Caçador, Stewart interpreta o personagem principal que possui: “pele branca como a neve, lábios vermelhos como sangue, cabelos negros como a noite” mas isso é o máximo que ela tem em comum com o clássico. Isso e o fato de que a Rainha Malvada quer arrancar seu coração. Prometendo ir buscá-la, o caçador renega, fica ao lado de Branca de Neve, e a transforma em uma princesa guerreira. “Ela não é uma donzela em perigo contando com o belo príncipe para salvá-la“, diz o diretor Rupert Sanders. “Ela é alguém que tem obrigações com os homens, para juntos recuperarem o reino. E Kristen era exatamente o que ela representa: forte, independente, resistente“.

Chris Hemsworth, que interpreta o caçador bonitão, recorda que em um dia de filmagem, num momento chave da cena, bem no meio dela, Kristen disse: ‘Não, isso é um desastre, isso é uma merda, isso não está funcionando.Ah, porra! Está faltando alguma coisa’. As linhas que estávamos seguindo não batiam. Felizmente, ela se expressou. Então Rupert, vamos improvisar! E toda a cena ganhou uma vida própria. Era como, uau, ela está no caminho certo!

Apesar de estar com medo de cavalos, Stewart selou-se para liderar um exército de 250 homens através de uma praia na chuva. “Eu odiava aquilo“, admite ela sobre cavalgar. “Eu não peguei aquela mentalidade toda de ordenar pra caralho aquela coisa perto de mim, tipo – ‘Vá agora!’ Você tem que ser um imbecil, basicamente. Não quero dizer que as pessoas donas de cavalos são sempre idiotas com seus cavalos. Mas você tem que, basicamente, dizer a eles quem é que manda, e eu não queria fazer isso. Eu era com ‘Por favor, faz seu trabalho. Eu não queria nem estar aqui.’ ”

“Vamos encontrar Bukowskit. Eu amo a poesia dele.” Stewart dirige-se para frente, sua voz se arrastando atrás dela. “Você devia ler a ‘Ham on Rye’ dele. É uma autobiografia de sua primeira memória sentado debaixo de uma mesa, cutucando os sapatos das pessoas. É tão intenso. E é tão como se estivesse na cabeça de uma criança. É em primeira mão, uma escrita de segunda natureza. É, literalmente, uma discussão dele.” Sua primeira memória própra é de sua mãe, Jules, um supervisora de script, voltando do trabalho tarde da noite. “Gostava de ficar acordada e esperar por ela. Eu nem estava grande o suficiente para abraçá-la ainda. Gostava apenas de correr e me enrolar em torno de sua perna, que parecia como um tronco de árvore, porque eu era tão pequena. E ela trazia trabalhos de artesanato e outras coisas – Eu amava mexer na bolsa dela. Havia um cheiro tão particular. Isso é uma verdadeira memória sensitiva para mim. Eu estava sempre me perguntando ‘Como, Onde você estava hoje?’ Eu sei que é por isso que eu sempre fui assim, ‘Uau! Filmes!’ ”

Crescendo em Valley, a filha de dois “excêntricos, estranhos e hippies pais” (seu pai, John, é um gerente de palco), Stewart tinha o tipo de infância segura, o que é raro entre jovens estrelas. Descoberta aos 9 anos de idade cantando em uma peça da escola, ela foi lançada em filmes pequenos e depois, aos 10, no filme de David Fincher, Panic Room , como a filha diabética de Jodie Foster. Um papel gerou o próximo, e desde a sétima série Stewart foi educada em casa, algo que ela lamenta, de certa forma. “Porque eu não indo para a merda da escola, eu sinto como se eu tivesse ganhado algo a mais” diz ela “Talvez porque minha vida é tão perfeita, que quando eu vejo o outro lado da vida, ela quase simplesmente parece como algo que eu quero …” Stewart luta com as palavras. “Você pode aprender muito com coisas ruins. Sinto-me aborrecida. Eu realmente me sinto. Porque tudo é tão fácil para mim? Eu não posso esperar por algo louco pra caralho acontecer comigo. Apenas esta vida. Eu quero alguém que foda com a minha! Sabe o que quero dizer?“Aquilo que não mata te faz mais forte? “Exatamente. É uma das razões porque eu quero atuar. Adoro viver em mundos diferentes, porque na maior parte do meu tempo é tudo bastante agradável e fácil.” Questionada sobre qual personagem da literatura ela mais gostaria de representar, ela fala ‘Cathy‘ de East of Eden, a mãe assassina que abandona seus filhos gêmeos para comandar um bordel. Como Stewart diz, “Ela é uma psicopata, má pra caralho! Eu não fiz isso ainda.” E quão divertido seria isso?

Uma funcionária determinada aparece com uma batelada de livros. “Posso oferecer sugestões?” A mulher pergunta sem hesitar. “Você já leu Our Lady of thse Flower de Jean Genet?” Ela o entrega. “Ele o escreveu na prisão, em papel marrom que ele usava para ir ao banheiro. Eles o queimaram, e ele o reescreveu da memória. É tão apaixonante … Este é um jovem poeta que vive em Portland “, diz ela. “Ele é um poeta surrealista, mas eu gosto, ele é realmente sincero sobre isso. Ele realmente está viajando agora com uma trupe de marionetes. Vou ler o primeiro poema para você ..” Enquanto isso, de volta a fazenda… “Esse cara é o Persian Dostoevsky… ‘The Last Man’ é um romance que é realmente um romance. Trata-se de uma doença exterminando todos os homens no mundo, exceto um homem e um macaco. Este é o meu escritor favorito, Aleksandar Hemon. Sua ficção bósnia está cheia de um sentimento de desamparo e perda …”

“Toda essa merda soa muito bem“, diz Stewart, pegando os livros. “Ok, eu acho que nós estamos prontos para ir embora.”

Pela fila do caixa está uma pilha de novos lançamentos. Entre eles, está perdido o primeiro romance de Jack Kerouac, On the Road, no qual ela interpreta a sexy Marylou. ‘Kristen é alguém que marcha ao ritmo de seu próprio tambor e eu admiro isso“, diz a co-star Kirsten Dunst. “On the Road é um grande passo para ela, depois de ter sido tão amplamente conhecida como alguém que estava nos filmes de Crepúsculo, vai ser o trampolim perfeito para sua carreira adulta, quase como Virgin Suicides foi para mim.” Curiosamente, o diretor de On the Road, Walter Salles, cita o seu momento favorito de Stewart no filme como aquele em que a atriz não tem absolutamente nada a dizer. Com seu coração quebrado, Marylou ouve uma música tocando no rádio. “A câmera estava em Kristen o tempo todo, pegando a transformação do sentimento dela em todos esses sentimentos“, lembra Salles. “Ela estava tão profundamente comovente.”

Conforme a fila vai andando, uma mulher dá um tapinha no ombro de Stewart. “Desculpe-me“, diz ela, puxando uma garota gordinha para perto da atriz. “Você se importa se eu tirar uma foto sua com a minha filha? A irmã dela está em casa e ela é uma grande fã e vai me matar se eu não fizer isso.” Stewart sorri e coloca o braço em volta da criança, que olha confusa. Flash! Mãe: “Obrigada!” Stewart: “Sem problemas.” Criança: “Quem é essa?” Mãe: “Shhh! Ela está naqueles filmes de Crepúsculo.”

“Estávamos tão perto, nós quase escapamos“, diz Stewart sobre ser reconhecida. Ela abre um carro alugado (ela não pode dirigir seu Mini Cooper sem ser seguida por paparazzi), deixa cair os livros no banco de trás, desliza para o banco do motorista, liga o motor e oferece até um cigarro. Apertando o botão de isqueiro, diz ela, rindo, “Eu fui para o aluguel de alta classe. Este carro tem tudo bem arrumado!”

Espalhados no chão do lado do passageiro estão um par de tênis xadrez Van, uma vazia bebida de proteína, uma lata de Coca-Cola, e um plástico de uma embalagem para viagem com um sanduíche comido, coberto de bolor. Uma Snapple quase vazia fica no porta-copo, gomos de cigarro flutuando dentro dela.

Stewart coloca as mãos no volante, as unhas curtas pintadas de vermelho-sangue. Em seu polegar está um anel de prata. “Todos os quatro, eu e meus irmãos, e minha mãe e meu pai têm um deste” diz ela. “Minha mãe foi lá e nos deu no Natal.” E o anel de ouro em volta do dedo indicador? “Todo mundo quer saber“, diz Stewart maliciosamente. Ela balança a cabeça. “Todo mundo já sabe – isso é ridículo.” Por mais doloroso que seja ser tão publicamente pressionada e estimulada, como ela concilia o desejo de ser projetada em uma tela de 40 polegadas? “Laurence Olivier foi perguntado: ‘Atores, qual é o impulso? Por quê?’ E ele estava tipo, Olhe para mim, olhe para mim, olhe para mim, … Essa foi sua resposta. Mas ao mesmo tempo, estava como ‘Não, não olhe para mim. Olhe para alguma versão que eu vou apresentar a vocês. Deixe-me controlar isso.”

Ao contrário de ser controlada. “Isso é o que eu gosto sobre Kristen“, diz Charize Theron, sua co-star em SWATH. “Toda essa fama e tantos holofotes não é a vida dela. Sua privacidade não vai estar em jogo. Mas cara, por causa disso é que ela vai ficar bem. Ela é um dos poucos que terão uma longa, estável e surpreendente carreira.”

Stewart grita com um motorista “Eu não sabia que você estava voltando porque a porra de seu pisca-pisca não estava ligado!” Felizmente, todas as janelas estavam fechadas. Ele não pôde ouví-la, ou, mais importante, ver exatamente quem ela é. Quem realmente pode? Ela é jovem, ela é famosa – ela ainda vai descobrir isso sozinha.